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Se fosse só xenofobia, mas aqui nós podemos enquadrar discriminação pra mais de metro, temos o já citado, temos racismo, temos intolerância religiosa, e se deixasse teria mais (além de um profundo desconhecimento sobre a diversidade da cultura árabe). Já falamos sobre o programa “What Would You Do?” por aqui, onde o caso abordado era racismo partindo de uma atriz negra contra uma atriz branca, isso no Harlem, famoso bairro estadunidense  de maioria negra, e a atitude dos outros negros dão conta de que não se combate discriminação com discriminação (apesar da representação válida do programa, com seus motivos, o “racismo reverso” não é uma realidade como o Danilo Gentilli quer que seja).

“What Would You Do?” é um dos precursores dos programas que simulam situações absurdas, que não deixam de ser cotidianas, para captar a reação das pessoas envolvidas na cena, a moldagem do programa tem sido copiada pelos mais diversos programas nacionais, como “CQC” e “Fantástico”, o que é muitas vezes bom (muitas vezes porque o “CQC” já errou feio usando uma menina travesti para provocar uma reação dentro do metrô, o intuito era ferrar com “encoxadores”, mas o tiro saiu pela culatra e acabou virando um show de homofobia).

O programa agora traz uma situação que ao que eu sei se tornou bastante comum depois dos atentados de 11/09/2001, e os mais recentes atentados a bomba na maratona de Boston, os dois praticados por terroristas de origem árabe, os dois convertendo-se em reações de extremismo por parte dos “americanos”. Claro que a maioria tem consciência de que a coisa não é bem assim e trata muito bem todos que aportam naquele país, mas os Estados Unidos são conhecidos por esse tipo de extremismo, dada a diversidade cultural absurda, o fluxo de pessoas que circula por lá, e também inúmeras falhas nas leis que regem o país. Não existe medo de terrorismo, essas ações são pontuais, isoladas, o que existe é preconceito. Eu teria muito mais medo de me ferrar na mão do exército daquele país do que sofrer um ataque dos supostos terroristas. E ainda acrescento: qual é o lado com maior poderio militar? Qual é o lado que mais aterroriza o mundo todo? Qual é o lado que tem mais dinheiro e poderia ter uma atitude mais pacifista? As pessoas não olham além de seus umbigos. A guerra contra o terrorismo é o terrorismo encarnado e em maior nível.

Abaixo vídeo, que conta com a participação de um militar estadunidense consciente e exemplar, e que mais uma vez faz reaver a esperança na humanidade. Esse programa é excelente.

Tira-gosto: What Would You Do?: uma lição contra o preconceito.

Entrada: A Face da Guerra.

Sobremesa: In Reverse: o vídeo que faz um apelo pelo fim da guerra síria.

 

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