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Faz 16 anos que pegaram lá a Angelina Jolie e colocaram o clone da Lara Croft dos primeiros jogos para atuar em dois filmes de ação que eram o Indiana Jones com protagonista feminina.

Faltou cuidado com o roteiro/direção/cinematografia e faltou uma boa promoção, já que o primeiro dos Tomb Raider foi execrado pela critica e teve uma bilheteria modesta de quase 275 milhões de dólares; e o segundo, um pouco melhor aceito pela critica, sofreu ainda mais na bilheteria, especialmente nos Estados Unidos, muito possivelmente por causa do fracasso do primeiro. Rendendo metade do que o primeiro rendeu por lá (de 131 milhões caiu para 65 milhões).

Agora, a Warner contrata no mercado, mais uma vez, uma das melhores atrizes do momento para viver a personagem do videogame, Alicia Vikander. Quem assistiu Ex Machina, e se não assistiu deveria assistir, sabe muito bem quem é essa menina e do que ela é capaz.

Confesso que torço muito pelo sucesso de Vikander nesse nicho de filmes, porque acho que ela daria uma excelente atriz protagonista de filmes de ação. Se tiver que ser em Tomb Raider: maravilha, pois ela está, assim como Jolie esteve, uma cópia da personagem no reboot do game lançado em 2013.

É interessante notar, também, que assim como o game de 2013, o live-action de 2018 não hiperssexualiza a personagem colocando um shortinho atochado nela para situações que não competem short. Andar no mato de short não é legal, gente.

Lara Croft deixou de ser uma personagem pra punheteiro ver e passou a ser uma heroína na qual meninas poderiam se espelhar. Elevando a franquia a um outro nível, haja vista que mais mulheres passaram a jogar o game a partir daí.

Apesar disso, os seios pequenos de Vikander geraram polêmica entre aqueles gamers que devem ter o corpo mais padrão do mundo pra ficar pedindo esse tipo de fidelidade, não é verdade?

Acredito, também, que o filme trará muito mais realismo do que caricatura para as telas, porque, apesar de divertidos, os filmes anteriores eram um mar de esteriótipos.  Mas só saberemos o resultado em março de 2018.

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