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Um dos melhores filmes de guerra que vi e um realismo único, sendo o primeiro filme a me impressionar nesse sentido desde O Resgate do Soldado Ryan.

O filme acompanha o desmantelamento de famílias pelos exércitos da Coreia do Sul e Coreia do Norte, para alimentar a guerra entre os dois países com soldados. Não importa a idade, não importa o preparo, não importa a vontade. Os jovens são arrastados, arrancados de suas famílias e levados para a morte.

Se deparando com a situação de quase sequestro do irmão mais novo, Jin corre atrás dele, invade o trem que leva o exército e não conseguindo tirar o irmão da situação, acaba se juntando aos soldados para proteger o mais novo.

É impressionante o retrato de guerra do filme, bem fora daquela coisa ufanista estadunidense, aqui temos um exército mais humano, mais cheio de problemas do que de soluções e quando elas vem, demonstram toda a estratégia necessária para se conduzir uma guerra.

O irmão mais velho vai galgando posições no exército a fim de ganhar uma medalha e, com a promessa do comando, enviar seu irmão mais novo de volta para cara.

No fim uma reviravolta impressionante deixa chocado até mesmo o menos sensível dos seres.

O filme foi um sucesso e cutuca a falta de sentido nessa guerra que separou dois vizinhos, especialmente no que diz respeito ao uso desenfreado dos jovens daqueles países, sem restrição de idade. Uma violência sem motivo e sem fim, que nos dias de hoje ainda vive tensa para todos que ali moram.

Ganhou um remake estadunidense? Claro, com Natalie Portman, Jake Gyllenhaal e Tobey Maguire. Confesso que não assisti, mas pelas criticas que vi já deu para notar que é inferior. Fora isso, é improvável que Hollywood e companhia tenham imprimido o horror de uma guerra de forma tão fiel quanto em Tae Guk Gi.

Um filme de 2004 que, como outros que indiquei aqui, passaram longe do circuito brasileiro, então na dúvida é melhor indicar. Espero que apreciem.

 

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Tae Guk Gi: The Brotherhood of War
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Sobre o Atendente

Editor chefe, administrador, fotógrafo, criativo, mediador do #FFCBoteco, cozinheiro no #FFCNaCozinha e fundador
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Militância pé na porta! “Às vezes está louco na problematização”. Cru. Somente a verdade, nada mais que a verdade. Já foi ignorante e às vezes pensa que é inteligente. Viciado em: consumir informação, alguns jogos, música e sexo. Se formou DJ e Produtor Musical pela AIMEC, não era o que a família queria. Preza por água de boa qualidade (não me venha com Crystal), bem como cerveja (não me venha com Skol). Cozinha muito bem e não come animais. Mora no Cubo Mágico, QG de operações localizado em Porto Alegre, mas é mineiro e come pão de queijo enquanto ainda tiver. Torce para o Palmeiras: “Ninguém é perfeito”. Idealizador, fundador, pica das galáxias e rei do universo. Obrigado, de nada.

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