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Acredito que a tecnologia evoluiu de forma positiva com o advento dos dispositivos touchscreen, centralizando funções de mouse, teclado e outros periféricos de entrada na tela. Todavia, quem já usou um teclado de smartphones como Nokia C3 ou Blackberry, sabe a dificuldade que foi a adaptação com a falta de um teclado onde as teclas poderiam ser sentidas nas pontas dos dedos, facilitando inclusive a entrada sem a necessidade de olhar para o dispositivo. Funções de resposta tátil ou corretores automáticos ajudam a superar o “trauma” de perder a capacidade de sentir o teclado, mas mesmo assim, ficamos com o sentimento de não é a mesma coisa.

Tactus Phorm é o acessório que pretende pôr fim nesse sofrimento, trazendo de volta o teclado com botões físicos para tablets e smartphones. O sistema funciona com um tela extra sobreposta, que a partir de um botão traseiro, ativa um óleo microfluído que forma saliências nos locais das teclas, simulando desta forma a existência de botões reais. Este tipo de tecnologia somente tinha aparecido de forma muito embrionária em convenções como a Consumer Electronics Show (CES), e apenas mostrando alguns vídeos legais, mas nada promissor e prático.

Há alguns inconvenientes nesta tecnologia emergente – como sempre há em novas ideias – no quesito usabilidade: o sistema não precisa bateria, mas é mecânico, pois a trava traseira literalmente aciona bombeamento do óleo para as regiões das teclas; as teclas não tem formatos tradicionais, funcionando apenas como referência táteis dos locais das letras; prejudica o tempo de resposta da tela original, pois ainda é uma camada extra a ser colocada.

Em fase de pré-venda, o Tactus Phorm custa 99 dólares mais frete, e a reserva pode ser efetuada no site do fabricante. A compatibilidade inicial é apenas com o iPad mini. Ainda não é o tipo de dispositivo que está completamente pronto para o mercado, mas é um forma prática e conclusiva de aplicar a ideia, portanto, apesar dos apesares, estamos no caminho, inclusive de criar algo que beneficie pessoas com necessidades especiais, nas quais poucas conseguem efetivamente usar um dispositivo destes sem acessórios e softwares extras, muitas vezes de alto custo.

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