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Acho que desde de Battlefield 3 e Burnout Paradise, um jogo da EA não me empolgava tanto, e muito se passou desde o primeiro Battlefront, que também empolgou, mas não tinha metade dos recursos que o game desenvolvido pela DICE, empresa da Electronic Arts, parece ter. É hora de esquecer os constantes erros e bugs que temos enfrentado com Battlefield 4, bem como o abandono quase que completo dos servidores e combate aos hackers que povoam eles, pois me parece que temos aqui o motivo para a empresa estar tão ocupada a ponto de não dar a devida atenção para sua maior franquia. É o ano de Star Wars!

Com um iminente regresso aos cinemas, nada mais justo que o universo criado por George Lucas ganhasse, enfim, um jogo que entrega aquilo que os fãs vem esperando desde os primórdios dessa história contada numa galáxia muito distante: viver lá dentro. Jogos como Jedi Academy e Rogue Squadron tiveram bastante sucesso na época em que foram lançados, mas hoje temos a tecnologia necessária para conseguir atingir toda fodacidade que Star Wars precisa ter. Armas laser, explosões, armaduras, mapas enormes, multiplayer, modo cooperativo, batalhas por terra e ar, X-Wings, Tie Fighters, Millennium fucking Falcon, Cruzadores, Aliança Rebelde, Stormtroopers, AT-AT, AT-ST… Tudo ali, a nosso alcance. Tem como não empolgar?

Se você é fã da franquia certamente não haverá possibilidade, mesmo não gostando de jogos eletrônicos, de não ter um curto circuito cerebral ao ver os trailers de gameplay, ainda em modo alpha, divulgados pela EA. Um deles, com data de ontem, retrata uma batalha aérea entre aliança e império, logicamente, e na descrição do vídeo vemos que esses eventos poderão ser jogados por até 20 jogadores e, ao que parece, todas as naves são jogáveis!

Quem convive com os jogos da EA, especialmente Battlefield, especialmente Battlefield 4, sabe muito bem de algumas coisas: vai ter bug, vai ter hack e vão ter mil DLCs pra arrancar sua grana. Infelizmente a empresa se apressa nos lançamentos a fim de ganhar mais e mais dinheiro, e caga bastante para seus clientes (eu sou um deles), todavia é como eu disse lá no início: pode ser que um certo abandono das outras franquias de mecânica similar se justifique num empenho para fazer Battlefront virar não só a galinha dos ovos de ouro da empresa (que tem visto suas vendas caírem por causa da qualidade duvidosa de seus produtos), mas também para gerar, finalmente, algumas premiações para um jogo que traz sua especialidade: os modos multiplayer de batalha.

Não existe ninguém no mercado de games que supere a EA nesse sentido, e talvez por isso a Disney tenha escolhido a desenvolvedora e sua DICE para abrigar os jogos relacionados a esse universo. Num ano em que nossas cabeças serão explodidas na velocidade da luz em algum cinema por aí, Battlefront pode vir a ser uma enorme surpresa para @s nerds que, além de consumirem a cinematografia de Star Wars, poderão viver as batalhas el@s mesm@s. O jogo, por sinal, já está em pré-venda nas edições padrão e deluxe, como é de costume da EA, no valores de R$129,90 e R$159,90, respectivamente. As diferenças entre esses dois pacotes podem ser vistas AQUI, mas eu esperaria um pouco para comprar, já que ainda não foram divulgados os requisitos oficiais que o jogo vai exigir de um computador, embora a EA, nesse sentido, sempre acerte ao possibilitar que mesmo um computador mediano jogue seus jogos com gráficos razoáveis. Se você tem console, bom, aí já é outra história, pois o game já virá setado para sua máquina (PS4 ou Xbox One). O lançamento está previsto para 17 de novembro, exatamente um mês antes da chegada de Star Wars VII aqui no Brasil, e provavelmente quem tiver Battlefield 4 ou Hardline vai poder testar a versão beta do jogo antecipadamente (pelo menos isso).

Confira também imagens em HD retiradas in game e também uma imagem de divulgação, ah, em tempo, assista aos vídeos acima em alta definição, né, por favor.

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