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Vinte filmes depois e uma pegada mais realista, fizeram a classe do vodka Martini (batido, mas não mexido) mudar também, primeiro veio a Smirnoff, e agora chega a Heineken. Pode não ser muito, mas é apenas mais um indicativo de que o James Bond engomadinho e que nunca se suja já era, e, na minha sincera opinião, foi tarde. Os excessos de efeitos especiais, a preocupação com a imagem e com detalhes pífios como cabelos loiros, acompanharam a série até a hora em que Daniel Craig e seu excelente agente 007 assumiram o papel. E que me desculpem os fãs que teimam que Sean Connery é o Bond definitivo, sendo que eu era um deles, mas Craig faz picadinho do rapazote galã (mesmo se ele estiver com a golden gun). E agora, amigos, ele toma cerveja.

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