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Mais um filme que parece ser feito para televisão na carreira do artista marcial multicampeão, Jean-Claude Van Damme, e quando é que um filme que tem ele como protagonista não foi direcionado para televisão? São poucos, creio eu, de qualquer forma, ele é um dos mais consagrados atores de ação de todos os tempos, um dos brucutus remanescentes da década de 80/90, e que tenta a todo custo lutar contra seus problemas ligados a depressão/vício e voltar a ver alguma luz no cinema. Se eu fosse ele investiria nas pontas em filmes de caras como Stallone, que ainda tem bala agulha e que tentaram ajudar o nobre colega, que, aparentemente, ainda se acha a última bolachinha do pacote e chegou a recusar, num primeiro momento, a participação na série recente de filmes do cara, Os Mercenários. No fim, acabou sendo vilão no segundo filme.

Três anos depois desse último relevante trabalho, roubaram o rim que o cara ia doar para uma sobrinha doente!  E ele acorda numa banheira cheia de gelo, mas não se dá conta de que recentemente Keanu Reeves chutou bundas (e deu mil headshots) ao melhor estilo “roteiro clichê que vira um filmão” numa vibe “mataram meu cachorro e eu vou foder com todo mundo”. Além da enorme semelhança com o ótimo John Wick, até mesmo em algumas tomadas de câmera, Pound of Flesh me lembra os também recentes Busca Implacável, que teve três filmes e muito sucesso, e Adrenalina, que conta com dois filmes e um clássico personagem de nome Chev Chelios que se fode (literalmente) para manter o coração batendo enquanto mata uma galera.

Vai ser difícil tentar voltar a ativa (de novo) fazendo espacate com roteiro de merda e direção lixo, não importa quão bem lute e quantos fãs ainda restem, tem que recomeçar do zero se realmente ainda existe um desejo de ser reconhecido como aquele Van Damme de antigamente, que se enlouqueceu com a Gretchen no programa Domingo Legal (ainda tenho pesadelos com aquele evento). Potencial, contatos e carisma, não faltam, saúde, pelo jeito, ainda tem, e os fãs, por enquanto, continuam apoiando e louvando a existência do ícone que ele representa, agora se é só pra fazer mais alguns trocados pra por comida na mesa, bom, daí tá de bom tamanho. Confira o trailer cheio de defeitos especiais logo abaixo (acho que fui cruel demais com o tio Damme, mas é por amor):

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