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“O que é uma secretária?”, ela questiona, “Eu vou onde ele me pede pra ir e faço o que ele me pede pra fazer”, é a resposta, “De onde eu venho isso é chamado de escravidão”, ela completa. Sobrou empoderamento, ou tá faltando? Mulher Maravilha pode vir a ser um dos melhores filmes de guerra que o cinema já teve, coisa que Capitão América, sua cópia masculina da concorrente (desculpa falar verdades aqui), até fez decentemente, mas poderia ter sido muito melhor em vários conceitos desse gênero. E o que não falta é filme de guerra pra usar de exemplo, não é verdade? Outro aspecto interessante é mesclar o trabalho em cima da deusa amazona e sua atuação no mundo dos mortais durante o decorrer do filme, e pelo que parece isso será feito, pois sempre me irrita um pouco essa história de que tem que haver uma baita introdução acerca do mundo divino e só depois é que a aventura ascende e começa. A história de Allan Heinberg e Zack Snyder, com roteiro do mesmo Allan Heinberg e Geoff Johns, parece não dar brechas para esses recursos preguiçosos de construção dos personagens, menos ainda a direção frenética de Patty Jenkins ou a trilha sonora que é parceria de Hans Zimmer e Tom Holkenborg (Junkie XL). E convenhamos, tem como não amar esse tema da Mulher Maravilha? É FODA!

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