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Eis aqui um filme que tem chances grandiosas de estragar completamente com o original, assim como Dragon Ball: Evolution o fez, a começar com a falha estapafúrdia de representatividade, mesma falha do outro filme citado. Não interessa se tem lá a cartada do sensacional Takeshi Kitano, não interessa se amo a Scarlett, eu me vejo no Brasil onde será feita uma novela sobre a colônia japonesa onde só a Daniele Suzuki e mais uns 3 tem uma mísera descendência. É ridículo, apenas. E sobram recursos, sobram atores e atrizes, gente, é o Japão. Aida recentemente na nossa coluna Café Preto o Thiago Neves falou sobre isso, em casos mais antigos, como Sayonara, atores tinham seus olhos puxados por maquiagens para pareceram japoneses. Hoje nem maquiagem, apenas embranquecem tudo. E nesse e em outros casos, além do embranquecimento, vemos roteiros de merda sendo enfiados goela abaixo atrás de dinheiro de fãs sedentos por ver aquilo que curtem no cinema. Enfim, a imagem:

Sobremesa: Admirável mundo novo: white is the new black

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Ghost in the Shell tem direção de Rupert Sanders de A Branca de Neve e o Caçador e de, bom, basicamente isso, com roteiro de Jonathan Herman, do elogiado Straight Outta Compton, e Jamie Moss, de Os Reis da Rua. Além de Johansson o filme, que estreia no Brasil no dia 13 de abril de 2017, tem confirmadas atuações de: Michael Pitt, como Laughing Man; Michael Wincott, sem papel definido; Pilou Asbæk, como Batou; Takeshi Kitano, como Daisuke Aramaki; Joseph Naufahu, como Police Commander Johns; Christopher Obi, como Ambassador Kiyoshi; dentre outros. O produtor do filme é Avi Arad, que caga e anda pra representatividade, feminismo e qualquer causa, e está por trás de basicamente todos os filmes da Marvel (Fox, Sony e Disney, sim, o cara tem muito dinheiro).

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