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Usava pouquíssimo o Instagram, tanto para fins pessoais, quanto profissionais. Demorei, inclusive, a enxergar qual seria o melhor fim para a comunidade social fotográfica dentro das dependências do Fast Food Cultural.

E foi, talvez, me embrenhando de vez dentro do aplicativo que descobri que o Instagram depende do visual, seja ele qual for, não adiantava ficarmos divulgando nossos posts e eventos por lá, colocando mini vídeos sem fim direto e replicando livros que estávamos lendo. Tínhamos que desenvolver um projeto único que nos desse uma identidade.

Algumas pessoas que ali estão trabalham com o físico, outras com seus locais de trabalho diferenciados, meio ambiente, comida… mas a maioria divulga arte das mais variadas formas (o que inclui o físico também).

Uma dessas pessoas é Gaku, que eu só conheci recentemente através de outra artista. Não sei se o nome dela ou dele é esse mesmo, o que sei é que seu trabalho é notável e absolutamente incomparável. Confesso que poucas vezes algo me impressionou tanto no Instagram quanto o trabalho dessa pessoa.

Além das fantásticas e inacreditáveis escavações em frutas e legumes, mais recentemente Gaku publicou ainda um origami feito com várias folhas de capim, onde fez pequenos gafanhotos. E eu só consegui recuperar meu queixo porque tinha piso no local em que eu estava e dali ele não passou. Engraçado notar que Gaku engloba em sua arte a maioria das coisas que todas as pessoas replicam Instagram afora:

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