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Enquanto O Exterminador do Futuro: Gênesis caminha em direção do abobalhamento da franquia, filmes como Her, Chappie e Ex Machina, trazem luz para um assunto tão intrigante quanto é o da inteligência artificial. Apesar de que em Her, inteligência artificial é a última coisa da qual se fala. Por lá, temos muito mais um paralelo entre nós, nossas liberdades, nossos medos, nossas restrições, nossos preconceitos, nossos ciúmes, nosso sentimento de posse, etc., e Samantha (o sistema IA do filme), do que qualquer outra coisa. Her vai muito além do ponto de encontro de todos os filmes que tratam do assunto: o pavor que algumas pessoas tem de que um dia ocorra um domínio das máquinas.

Ex Machina não foge desse local comum, mas parece trazer um terror que vai fazer saltar da cadeira até mesmo o nerd mais assombrado por pesadelos com a  Skynet. Muito se pergunta sobre como algo criado por nós pode nos assombrar, e a resposta pode não ser tão simples, mas basta imaginarmos que existem seres invisíveis com capacidade infindável de processamento de informação e que estão no comando de nossos sistemas de comunicação, abastecimento de água, tratamento de esgoto, transporte, fornecimento de energia diversa, e por aí vai. Não te dá um certo medo? E não é só desligar tudo da tomada, as IAs também controlam nossos sistemas de vigilância e podem ser onipresentes se formos além e imaginarmos um ataque conjunto. Por que fariam isso? Por que nós somos uma ameaça =O.

Existem várias teorias e estudos acerca do assunto, uns que beiram a paranoia, e outros que até fazem algum sentido, além disso, temos também comunidades de IAs criadas em computadores, como se fossem uma Terra virtual, onde esses seres vivem, convivem, aprendem e se reproduzem. Tem também um russo que está desenvolvendo um projeto para transferir seu cérebro pra uma espécie de “avatar”. Loucura, não? Eu acho, completamente, mas é meu dever de agente do caos causar um pavorzinho, assim como o novo trailer de Ex Machina faz com bastante sucesso (apesar disso, o que citei antes é verdadeiro). Gosto bastante do assunto, mas não penso, nem por um segundo, que um dia esses eventos de extermínio poderão ocorrer em grande escala. Em pequena escala, como em Ex Machina, talvez, até porque agora existem esses benditos carros sem motorista (já pensou?).

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