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Ontem mesmo, na empresa em que trabalho, recebemos um senegalês que reclamava a alta do dólar e consequente redução de recursos em suas transferências internacionais para o país. Sua família, numerosa, não estava mais recebendo os mesmos valores de outrora e ele, animado por tirar suas primeiras férias aqui no país, ia pensar em soluções durante o período. Meu colega de trabalho sugestionou a ele que desse aulas de francês, que deixasse contato em universidades como a PUC, o que é realmente uma boa. Eu mesmo teria interesse.

Hoje me deparo com essa ótima notícia que gostaria que fosse realizada também aqui em Porto Alegre: um refugiado político do Congo (República Democrática, cuja bandeira e mapa estão no menu abaixo), Pitchou Luambo, abriu um estande fixo de culinária congolesa dentro do espaço “O Quintal de Casa” (uma galeria de opções alimentícias), que fica no Itaim Bibi, o Congolinária. A culinária daquele país, pra quem não sabe, privilegia os vegetais por causa de seu baixo custo e facilidade de produção (é, pois é).
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Pitchou Luambo, que reside há seis anos no Brasil, tem uma consciência social que vem de lá, formado em direito, ele militava no Congo denunciando estupros cometidos por militares que tentam dar um golpe em seu país, e defendia vítimas de violência. Aqui, por questões burocráticas, Pitchou não conseguiu reconhecer o seu diploma ainda.

Pra quem for de São Paulo ou estiver por lá, abaixo estão os dados dessa lindeza que é o Congolinária.

Contatos:

Site: www.congolinaria.com.br;
Facebook: www.facebook.com/congolinaria;
Instagram: www.instagram.com/congolinaria;
Telefone: (11) 94376-2912.

Horário de funcionamento:

De segunda a sexta-feira das 12 às 15 horas.

Endereço:

Fonte: Vista-se.

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  • dhdhfhf

    Gostei muito do artigo. Seria bom que o autor, explicasse um pouco de geografia e não se ficasse pela generalização “Congo”, pois em África existem dois países com o nome Congo, sendo assim o Chef Pitchou é da República democrática do Congo.

    • Paulo Carvalho

      Oi, pessoa que usou um e-mail anonimo e eu não sei se vai ver essa resposta, então, em princípio achei que a bandeira e o mapa que constam no menu do restaurante bastassem, pois são bem diferentes da de “Congo-Brazzaville”, e por isso acabei não vendo necessidade de colocar. Até porque, quando referimos a Congo, é a República Democrática, haja vista que a diferenciação só é feita quando falamos de “Congo-Brazzaville”. Ademais, trabalho há 9 anos com mercado de câmbio no Brasil, desses, 8 com o sistema Western Union, e em nenhuma ocasião atendi congoleses de “Congo-Brazzaville”, mas somente da República Democrática do Congo.
      De qualquer forma, por entender que existe essa necessidade, especialmente porque sempre dialogo com todos eles, quando os recebo, acerca dos problemas que as famílias estão enfrentando por lá, acresci no texto o apontamento, todavia bastava um contato conosco via qualquer um dos nossos e-mails, ou comunidades sociais solicitando o acréscimo (sem nenhuma necessidade de anonimato ou animosidade). Não era questão de generalização, pois há uma bandeira e um mapa ilustrando o post no próprio menu do restaurante, e o assunto dele não trata de geografia, mas sim de direito dos animais/veganismo.
      Fora isso, linkamos a matéria do Vista-se, que foi onde vimos o trabalho dele e quisemos dar mais visibilidade aqui no sul também, muita gente vai a São Paulo e poderia querer visitar, eu provavelmente deverei ir em dezembro, e na matéria também há informações sobre ele ser da República Democrática.
      Enfim, caso ele tenha se sentido de alguma maneira ofendido, pois você parece conhecê-lo, peça que entre em contato comigo pelo meu e-mail que eu removo o post. Meu intuito aqui é dar visibilidade a iniciativas e a quem precisa, com o pouco que tenho, mas também não quero ninguém descontente com o meu trabalho.
      Obrigado por seu contato.