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O “novo” jogo da série Call of Duty leva um dos jogos mais tradicionais de guerra para um modo quase que MMORPG: é free2play, pelo menos na China, tem conquista de level, tem venda de itens como roupas, armamentos, upgrades para veículos e armas, fardamentos, novas armas… Enfim, tudo que um MMORPG precisa. O jogo é “novo”, entre aspas, porque nada mais é que a reunião de quase tudo que foi feito na série (pós segunda guerra) só que online (com um modo campanha básico ao estilo de Left4Dead).

O tiro no escuro, ou na China, que já acontece desde 2014, pode ser uma excelente jogada da empresa no que diz respeito a revitalização da franquia e conquista de novos fãs. Ou vai dizer que após ver o trailer, mesmo sendo fã de Battlefield, não te deu vontade de jogar o modo com zumbis? Eu confesso que desde a segunda guerra, quando abandonei a franquia de guerra que mais gostava por fatores como inventividade além do necessário, isso foi a única coisa que me interessou, não pela fidelidade que continua inexistente, mas sim pelas possibilidades. Espero que expandam a ideia além do mercado chinês, e que continuem com a ideia de free2play. Antes que eu me esqueça: confira o trailer logo abaixo.

PS.: é possível jogar o game fora da China, mas ele está inteiro formatado em mandarim como você pode notar no gameplay no pé do post, além disso o ping dos servers vai pro espaço, já que eles estão baseados na China (boa sorte pra quem quer tentar).

Pouco estereotipado esse trailer, hein? Pra que pensar se a gente pode cair em mais do mesmo, não é? De qualquer forma é um belo trabalho no que diz respeito a efeitos especiais, e é também uma ideia divertida para cativar as pessoas. Mesmo assim, eu acho que essas pessoas, esses gamers que merecem respeito, visto que sustentam enormes conglomerados e até mesmo criam esses produtos, deveriam pensar um pouco além da excitação, pensar em porque os gamers são retratados assim, até que ponto isso é verdade e sendo verdade, em alguns casos, porque é motivo de piada, ou até que ponto isso não é prejudicial, pois ao que parece a galerinha que produziu o trailer nunca ouviu falar em bullying. Sei lá, é discutir o óbvio, mas é preciso.

Bônus:

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