Esse prato não sairia do forno sem o financiamento de: Tiago Pariz Almeida!
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O Alan Chaves e o bicicafé VULP organizam mais uma vez um dos eventos mais dignos da gastronomia vegana de Porto Alegre, e não apenas isso, trata de empoderamento da causa porque qualquer pessoa pode ir e consumir dela sem gastar um pila sequer e comer quanto quiser (enquanto durarem os estoques, claro, então chegue cedo). Qualquer vivente tem acesso, não tem elitismo na quebrada. Você pode comer, e comer, e comer, e pagar aquilo que acha justo pelo trabalho excepcional de replicação da causa, e, na minha opinião, a atitude vale muito mais do que qualquer xis e hambúrguer dessa cidade.

Ai, Paulo, mas veganismo não é ser saudável, magrinho e fitness? Mano, tira os seus padrões do meu corpo, do corpo dozotros, veganismo é ter consciência, a saúde diz respeito a mim e só a mim, sacou? E essa ideia de que ser magro é sinônimo de saúde é um pouquinho errado, tá moçadinha? Se eu comer os meus milhões de burguers de boas, no meu canto, sem bicho morto dentro, não desperdiçar nem uma ervilhazinha, jogar os guardanapos e embalagens nos seus devidos lugares, e os recicláveis também, acabou. O corpo é meu, não é seu, cada um faz a sua e veganismo é outra história. Precisa desenhar? Eu não desenho bem, já vou avisando, mas o Alan (acho que é ele que faz) faz uns cartazes massa pros eventos dele:

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