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Amy Winehouse, pra mim, é uma das poucas cantoras dos últimos anos que chegou a demonstrar algum brilhantismo, uma estrela que poucas na história apresentaram, sendo dona de uma das vozes mais marcantes do mundo da música, bem como personalidade. A vida dela fora da música não diz respeito a ninguém, senão a ela, mas, como quase todo artista, Winehouse foi perseguida por todos os cantos, nas mais absurdas e inusitadas situações de sua vida pessoal, e infelizmente ela não soube lidar com aquilo.

Ela é mais uma vítima de um mal que atinge milhões de pessoas no mundo todo e que na maioria das vezes não é levado a sério (e eu vou sempre bater nessa tecla por aqui). Amy era depressiva e precisava de cuidados para que essa depressão não a matasse, fosse através de uma overdose, fosse através de qualquer outro método suicida. Fazem parte dessa culpa os familiares, os empresários, os paparazzos sedentos por uma foto dela desmaiada e jogada em algum lugar, os namorados, os fãs doentios, os “amigos”…

Quanto ao filme, está em ótimas mãos, pois quem o assume é o mesmo documentarista que fez Senna, Asif Kapadia. Kapadia transformou o documentário sobre a vida de Senna num filme de ação, com vilões e mocinhos, algo digno do homem que ele foi e do meio que ele participava, e não espero que ele faça menos que isso com a vida da cantora, que daria um excelente documentário com alguma ação e bastante drama. Winehouse merece que muito mais sobre ela seja mostrado para quem acha que ela era tão somente uma menina drogada que cantava bem.

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